Cerimônia marca início das obras do novo MIS



por Daniel Vidal (Ascom Cultura)
foto: Divulgação

A Pedra Fundamental do novo Museu da Imagem e do Som (MIS) foi lançada, na manhã dessa terça-feira (19/1), pelo Governador do Estado, Sérgio Cabral, e pela Secretária de Estado de Cultura, Adriana Rattes. Estiveram presentes a Presidente da Fundação Museu da Imagem e do Som, Rosa Maria Araujo, o Secretário-Geral da Fundação Roberto Marinho, Hugo Barreto, diversas autoridades - como o Vice-Governador Luiz Fernando de Souza Pezão, o Secretário da Casa Civil, Régis Fichtner, e o Secretário da Fazenda, Joaquim Levy - e personalidades da cena artística carioca. Durante a cerimônia, foram apresentados vários detalhes do projeto.


A Secretária de Estado de Cultura abriu o evento abordando o novo conceito que o museu irá seguir. “Nessa nova sede vamos reconceitualizar o MIS, que se tornará um novo ponto turístico. O acervo, um dos mais importantes do Estado, por mostrar a História do Rio, vai deixar
de ser somente preservado, para chegar ao público, tanto turistas, quanto cariocas, que saberão mais sobre cultura, música, carnaval. Esse será mais um símbolo do Rio de Janeiro”, disse Adriana Rattes.

O projeto está orçado em R$ 70 milhões e é fruto de um trabalho em conjunto da Secretaria de Estado de Cultura e a Fundação Roberto Marinho. Hugo Barreto, Secretário-Geral da Fundação Roberto Marinho, esteve presente no evento e explicou uma das motivações do projeto. “Queremos que esse museu seja um reencontro com as raízes cariocas e com membros da comunidade cultural do Rio de todos os tempos”, disse Hugo Barreto.

O novo MIS tem inauguração prevista para o segundo semestre de 2012 e surgiu de uma ideia do Governador Sérgio Cabral. “Tive o insight de transferir o MIS para Copacabana enquanto passeava pela orla. No mesmo cenário teremos o Pavão-Pavãozinho pacificado e o MIS. É um presente para a cidade”, disse o governador. O curador do museu, Hugo Sukman, explicou que o principal objetivo do museu é expor a identidade carioca. “Para o desenvolvimento desse projeto partimos da seguinte pergunta: Que museu é esse? A partir daí, criamos todo o conceito do novo MIS: um museu da identidade carioca, uma identidade caracterizada pela produção artística”, explicou o curador.

O projeto de curadoria divide o museu em três grandes eixos: a Galeria de Exposições, que servirá como vitrine do acervo; a Fábrica de Memória, guardando para o futuro a produção cultura de hoje; e o Centro de Documentação, polo para pesquisadores e estudantes.

Rosa Maria Araujo, Presidente da Fundação Museu da Imagem e do Som, falou da proposta de se transformar o museu em um centro cultural que agitará a cidade, tendo em seu projeto uma boate e um cinema a céu aberto, por exemplo. “Queremos fazer do MIS um ponto de encontro em que todos poderão ir, inclusive os meninos do Pavão-Pavãozinho. Com esse projeto queremos fazer com que o Rio tenha ainda mais orgulho de si mesmo”, e completou “O espaço não será estático e, sim, um lugar de experiências”.

O projeto envolveu vários consultores de áreas artísticas diversas e três consultores masters: Sérgio Cabral (pai), Hermínio Bello de Carvalho e Jairo Severiano.

Adriana Rattes se mostrou empolgada com a realização do novo MIS. “Essa é a materialização da pluralidade da cultura carioca”, concluiu a Secretária de Cultura.

MIS

O Museu da Imagem e do Som é uma instituição de referencia nacional e o principal centro de documentação cultural brasileira, com ênfase carioca. Fundado no dia 3 de setembro de 1965, em suas duas atuais sedes, na Praça XV e na Lapa, o MIS abriga um acervo com fotografias, vídeos, filmes, recortes de jornal, cartazes, discos e textos. O MIS produz, ainda, desde 1966, sua própria coleção, chamada Depoimentos para s Posteridade, com quase mil depoimentos prestados por personalidades culturais.

Em 2010 a palvra é DIVERSIDADE

por Daniel Vidal

Tentando olhar o mundo de uma ótica diferente do dia a dia, tentando se imaginar não vivendo, mas apenas observando a gente percebe como o mundo é multicolorido. E quando falo em multicolorido quero dizer que o mundo é feito de diversidade, de variedade. Somos diferentes.


Tenho uma diferença de 1 ano e três meses de idade com o meu irmão. Fomos criados da mesma forma, com as mesma referências, mas somos indivíduos totalmente diferentes, temos apenas poucos interesses em comum. Meu irmão é do corpo, eu sou da mente. Ele é preto e branco, eu colorido. Ele do vídeo game, eu do computador. Enfim... Somos muito diferentes e nos amamos com nossas diferenças. Me dou muito bem com ele.Esse é um microcosmo que eu coloquei aqui apenas pra ilustrar.

Numa realidade um pouco superior, pensando em ambientes de trabalhos, faculdades ou até apenas uma reunião de amigos enxergamos como a variedade de personalidade, jeito, opções. Mesmo que em realidades semelhantes.

E é bom conviver com a diferença. A gente aprende, entende. Em 2010 quero ser diferente, quero conviver com a diferença e desejo que todos aprendam muito uns com os outros.

Feliz 2010!

Então é Natal ...


por Daniel Vidal

Natal tem gosto de rabanada, peru, tender, cereja, bacalhau ...

Tem gosto de festa, alegria, celebração, presente, amigo oculto, papai noel, Jesus ...

Tem gosto de saudade, lembrança e, até, tristezas ...

Tem gosto de chocolate, família, amigos ...

No Natal nos permitimos sentir a energia que emana do mundo, a energia que emana das pessoas.

Natal é uma época estranha, um misto de sentimentos desperta e nos envolve.

Eu, todo dia 24/12, acordo me sentindo diferente. Não sei ao certo como explicar o que sinto, só sei que começo a sentir o gosto de tudo que já disse nesse texto.

Só sei que vem tudo de uma vez só, ou, às vezes, vem chegando aos poucos. É tudo muito forte, mas, às vezes, bem fraquinho. É algo bom demais, mas que tem uma pontinha de coisa ruim também. É uma coisa que adoro sentir, mas que, ao mesmo tempo, me dá uma angustia de querer que passe logo.

Natal é isso... algo que desperta o que nunca achamos que íamos sentir e que nem sabemos como descrever.

Enfim... Que todos tenham um Feliz Natal.

Esse é o desejo de toda família "Galera Enfim".





Tempo passa, passa tempo


Por Daniel Vidal


Para muitos de nós o tempo passa rápido demais. Não vemos a hora passar... Já é Natal... Daqui a uns dias é carnaval... Aniversário de um amigo... E nem vimos o tempo passar. Fora isso, nosso dia não rende, a hora passa que a gente nem sente. Só 24 horas não dão conta de tudo o que temos pra fazer, pra pensar, pra sentir. Na verdade o dia parece que diminuiu, temos tanto a fazer e nos sentimos incapazes. Cadê o tempo para tudo isso?


E o que temos tanto para fazer? É trabalhar, pensar... Estamos on-line todo tempo, e não estou falando somente de internet, messenger ou redes sociais, estou falando de não nos desligarmos do mundo. Vivemos no mundo do disponível para tudo, na verdade não para tudo, estamos o tempo todo indisponíveis para nós mesmos. Até porque não temos tempo para isso. Cadê o tempo para nós?


E ninguém sabe como mudar isso. Acho que se um dia descobrirem, esse será um Homem de sorte e, se resolver vender a fórmula, será a pessoa mais rica do mundo. Mas será que se ele descobrir, sua fórmula ainda funcionará e ele ainda terá esse tempo para ele mesmo? Cadê o tempo para ele?


Mas o dia tem 24 horas desde que o mundo é mundo. Desde que nascemos estamos acostumados com o dia com essa duração. Nada muda. O tempo não passa mais rápido. O dia não passa há ter menos horas. O ano continua com seus 365 dias, aliás, de 4 em 4 anos, ganhamos 1 diazinho de brinde. Cadê o tempo que não diminui?


Deixa-me terminar esse texto por que não tenho muito tempo. Aliás, tempo eu tenho, mas já está todo preenchido. Mas afinal... Cadê o tempo?


Tempo, tempo, tempo ...

EAV do Parque Lage oferece cursos gratuitos para estudantes

por Daniel Vidal (Ascom SEC)
Foto: Caru Ribeiro

Estão abertas as inscrições para os cursos subsidiados do segundo semestre de 2009 da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, da Secretaria de Estado de Cultura. Ao todo, serão oferecidas 240 vagas para os cursos gratuitos.


O programa inclui cursos de Iniciação (Estudos do Plano, Estudos do Espaço e Teoria e História da Arte) e Livres (Fotografia de Arte, Iluminação para Arte e Design de Exposição).

As inscrições podem ser feitas até primeiro de agosto na secretaria da EAV, de segunda a quinta (das 9h às 21h), sexta (das 9h às 17h) e sábado (das 10h às 13h). Para a inscrição é necessário apresentar o comprovante atual de matrícula em instituição de ensino e um documento de identidade. Estão aptos a participar da seleção estudantes com idade a partir de 16 anos que estejam matriculados em instituições de ensino fundamental, médio e superior, público ou privado.

Os selecionados serão entrevistados nos dias 3 e 4 de agosto. O resultado sairá no dia 10 de agosto no site www.eavparquelage.org.br

Cursos oferecidos

I -Fundamentação – programa de formação

Serão oferecidas 90 vagas no total, 30 por turno (manhã, tarde e noite). O programa tem duração de quatro meses. São 9 horas de aulas durante a semana e aulas especiais aos sábados com professores convidados.
Programa de formação conta com três cursos de iniciação que visam fundamentar a formação do aluno: Estudos do plano, Estudos do espaço, Teoria e História da arte.

1 - Estudos do Plano
Oficina de criação bidimensional – 3 horas de aula por semana
Professores: Ronaldo Macedo, Suzana Queiroga e João Magalhães

2 - Estudos do Espaço
oficina de criação tridimensional – 3 horas de aula por semana
Professores: Cristina Salgado, João Goldberg, João Modé

3 - Teoria e História da Arte
3 horas de aula por semana
Professores: Franz Manata, Guilherme Bueno, Pedro França

II - Produção - cursos livres

Os cursos têm duração de dois meses com carga horária de 2 horas de aula duas vezes por semana. Serão oferecidos dois módulos de cada curso por semestre.
Os cursos livres visam familiarizar o aluno com atividades de apoio ao sistema de arte: Interface, Iluminação para a arte e Design de exposição.
Serão oferecidas 150 vagas no total no semestre, 25 alunos por curso.
Módulo 1 – 17 de agosto a 9 de outubro
Módulo 2 – 19 de outubro a 11 de dezembro

Curso 1
Design de exposição
com Luiz Alberto Zuñiga e Cintia Kury Souto
3ª e 5ªfeira, das 17h30 às 19h30

O curso objetiva proporcionar aos alunos a experiência do projeto e da montagem de exposições. Serão apresentadas de forma dinâmica imagens, plantas e maquetes de diversos projetos, bem como as possibilidades formais e processos de beneficiamento de materiais não convencionais.

Curso 2
Iluminação para arte
com Rogério Emerson
2ª e 4ªfeira, das 17h30 às 19h30

O curso objetiva proporcionar aos alunos conhecimentos básicos em iluminação cênica, de exposição, de shows e de cinema, e a compreensão das especificidades da iluminação de cada ambiente ou objeto.

Curso 3
Interface
com Cristina Verdade
4ª e 6ªfeira, das 10h às 12h

O curso objetiva proporcionar aos alunos conhecimentos básicos para a organização, preparação e divulgação de trabalhos de arte utilizando as ferramentas digitais.

Theatro Municipal, em obras, abre para visitas guiadas

por Daniel Vidal (Ascom SEC)

O Theatro Municipal, um dos prédios mais bonitos e clássicos do Rio de Janeiro, está em reforma até o fim do ano do seu centenário. Enquanto seu palco não é reaberto, contudo, o espetáculo continua - mas nos corredores em obras.

Visitas guiadas com uma hora e meia de duração estão sendo realizadas todas às quintas, sextas, e sábados, às 10h e 14h, contando um pouco da história do Rio e encantando os visitantes com um raro vislumbre dos recônditos mais íntimos do Theatro Municipal. Os ingressos custam R$ 10,00.

Durante a visita aos camarins do Theatro Municipal. (Foto: Vânia Laranjeira)

Dividida em 4 partes, a visita começa com uma verdadeira aula de História no prédio anexo ao Municipal. Com fotos e textos em painéis, vários assuntos são abordados, tais como os artistas que contribuíram para a sua criação, história de corpos artísticos, estrelas que passaram pelos palcos e até o início de sua restauração, em 2008. A seguir, é exibido um vídeo que contextualiza a criação do Theatro, relatando a política e as condições da cidade na época e enfocando curiosidades, como a apresentação de Pixinguinha no Assyrio e a utilização do Theatro para os bailes de carnaval do começo do século passado.

Já no prédio centenário, após uma rápida passagem pelo palco - onde se aprende que a caixa cênica do Theatro é a maior do mundo e que o maquinário do palco é o mesmo desde 1909, quando o Municipal foi inaugurado - . Os visitantes vão aos camarins, onde estão expostos figurinos e são contadas histórias de óperas e balés clássicos, como “O quebra-nozes”, “Lago dos Cisnes” e “Coppélia". Saindo dos camarins, a visita prossegue, agora pelos corredores em obras, onde se observa o trabalho de restauradores e pintores e aprende-se um pouco dos detalhes da obra - os testes que estão sendo realizados para determinar as cores de que serão pintadas as paredes; douramentos que estão sendo descobertos e refeitos; modificações nas varandas ao lado do palco e no estofado das poltronas; e a restauração de pinturas recém-encontradas.

Restauradores estão trablhando para recuperar o douramento. (Foto: Vânia Laranjeira)


As obras

Da fachada, incluindo o nome do Theatro, até instalações elétricas, muito está sendo restaurado e modernizado. O pano de boca, de Eliseu Visconti, por exemplo, está passando por uma reforma e não será mais movido mecanicamente, por cuidado. O telhado de cobre está recuperando sua cor original, assim como a águia do exterior do prédio, que está recuperando seu dourado original graças a um restauro que está sendo acompanhado pelo público que passa pela Avenida Treze de Maio. Também estão em reforma foyers, banheiros, instalações elétricas e hidráulicas, vitrais, mosaicos e o Restaurante Assyrio.

O Theatro Municipal

Localizado na Praça Floriano, conhecida como Cinelândia, no centro da cidade, o Theatro Municipal é a principal casa de espetáculos do Brasil e uma das mais importantes da América do Sul. Desde a sua inauguração, em 14 de julho de 1909, o Theatro tem recebido os maiores artistas internacionais, assim como os principais nomes brasileiros da dança, da música e da ópera. Para a comemoração do seu centenário, a restauração vai prepará-lo de modo a aliar o requinte de sua construção aos avanços do século 21.

Serviço

Quintas, sextas e sábados

Horários: 10h às 11h30 e de 14h às 15h30

Valor: R$10,00 / R$ 5,00 (meia-entrada)

Informações e agendamentos: 2332-9191 / 2332-9005

E-mail: visita@theatromunicipal.rj.gov.br

Dança das cadeiras na TV brasileira

por Daniel Vidal

Tenho pensado em o que falar aqui no blog... Pensei em comentários sobre "A Fazenda", mas acho que, em se tratando de um show de realidade, não se tem muito o que falar, mas sim acompanhar. Pensei em falar sobre a morte do Rei do Pop, Michael Jackson, mas acho que foi um assunto tão batido, tão batido que perdi qualquer vontade, resumindo o que eu poderia dizer é: o cara foi "o cara", apesar de qualquer polêmica que tenha se envolvido. Podem dizer o que quiser, mas ninguém, nunca mais vai chegar a marca de 109 milhões de discos vendidos, ainda mais com a crise fonográfica.

Uma homenagem ao Rei do Pop.
É mais legal lembrar dele com esse rosto e cantando Ben. rs

Pensando bem, cheguei a um outro assunto: as mudanças de emissora dos apresentadores Roberto Justus, Eliana e Gugu Liberato. Vocês podem me perguntar o que isso interessa as pessoas, realmente essa é a questão, não vejo grandes mudanças. Gugu sai do SBT e vai para o SBT com um salário milionário. Justus e Eliana sairam da Record e vão para o SBT com seus salários também milionários. Mas afinal, o que o público vai ganhar com isso? Eu penso que absolutamente nada. Eliana e Gugu simplesmente estão fazendo uma troca e devem continuar com seus mesmos programas, agora em suas novas emissoras.


E o empresário Roberto Justus, pior ainda, vai nos deixar sem o "Aprendiz", um dos melhores realities da atualidade. E o que ele vai fazer agora no SBT? Segundo dizem, vai apresentar um game show. Ué? Mais um? O SBT não está voltando com o "Show do Milhão"? Ah! Mas há boatos de que tio Silvio comece apresentando e depois passe a bola para Justos. Mas e ai? Cadê a novidade?

Enfim, eles estão ganhando aos montes e nós, telespectadores, estamos assistindo, na poltrona de nossas salas essa dança das cadeiras que nada tem a acrescentar. prontofalei!

O que os filmes nos ensinam?

por Daniel Vidal

Acho que que a maioria das pessoas adora cinema, né?
Mas o que aprendemos com os fimes que assistimos.
Abaixo, uma lista de 10 coisas que o cinema nos ensina.
Divirtam-se!

1. Se alguém esta parado te olhando por bastante tempo pode ter certeza que é seu verdadeiro pai ou mãe;

2. Animais tem o QI maior que muita gente;

3. Sofrer para ser feliz no final;


4. Para ganhar forças sobrenaturais, basta pensar na sua amada, família ou filhos;

5. Seu carro nunca funcionará se você estiver desesperado e com medo;

6. O seu grande amor está mais próximo do que você pensa;

7. O bem e o mal realmente existem;

8. Mulheres são lindas até quando acordam;

9. Se você estiver em um tiroteiro, corra igual um maluco que a bala não te pega;


10. Não basta ser mau, o principal é dominar o mundo.

por Daniel Vidal
Responsável por algumas das campanhas mais marcantes da propaganda nacional, Washington Olivetto, é um modelo de publicitário a ser seguido. Entre seus inúmeros trabalhos reconhecidos estão a criação do garoto-propaganda da Bombril, com o ator Carlos Moreno e vários comerciais memoráveis, entre eles os filmes para a fabricante de sapatos Vulcabrás, o cachorro da Cofap, o casal Unibanco, primeiro sutiã entre outros. Abaixo segue uma lista, divulgada em seu blog oficial, de 11 livros que todo publicitário ou quem goste de publicidade deve ler.



1 - Confissões de um publicitário, de David Ogilvy (Bertrand Brasil, 2008)
A história da fascinante carreira de David Ogilvy na publicidade contada por ele mesmo. Seu início, na Inglaterra, copiando a publicidade que era feita nos EUA e apresentando-a para os clientes como se fosse original; sua brilhante e curta carreira de chef de cozinha em Paris; sua amizade com Alfred Hitchcock; seu trabalho no Gallup; a fundação da Ogilvy nos EUA; suas definições, seus conceitos e seus princípios. Ogilvy, que escreveu seu primeiro anúncio famoso para a Rolls-Royce, acabou se transformando no Rolls-Royce dos publicitários. E o livro deixa claro por quê.

2 - Under the radar: Talking to Today’s Cynical Consumer, de Jonathan Bond e Richard Kirshenbaum (John Wiley & Sons, 1998)
O livro sobre publicidade favorito de Valerie Salembier, que já foi publisher da revista Esquire e atualmente ocupa a mesma função na Harper’s Bazaar; de Jack Trout, autor de clássicos sobre posicionamento e estratégia de negócios; de Roger Ailes, chairman da Fox News; de Robert F. Kennedy Jr. e de muitos publicitários do primeiro time.

3 - Disruption: Overturning Conventions and Shaking up the Market Place, de Jean-Marie Dru (John Wiley & Sons, 1996)
A França não se notabiliza por produzir grande publicidade nem grandes publicitários. Mas, curiosamente, são franceses os publicitários que escreveram alguns dos bons livros sobre o tema. Jacques Séguéla escreveu o famoso Não conte pra minha mãe que eu trabalho em publicidade, porque ela pensa que eu sou pianista de um bordel, livro que poderia perfeitamente estar nesta lista. Mas a opção foi pelo Disruption — por ser mais recente e exaltar os atos de assumir riscos, acreditar na intuição e rejeitar o convencional.

4 - The 100 Best TV Commercials ...and Why they Worked, de Bernice Kanner (Crown, 1999)
Trabalho sério de pesquisa que envolveu profissionais do mundo inteiro e chegou à seleção dos 100 melhores comerciais de todos os tempos. Mostra por que e como eles foram criados e produzidos e que efeitos geraram. As histórias são completas, as ilustrações perfeitas e o livro, mesmo sendo didático, consegue ser divertido. Na lista dos 100 melhores de todos os tempos, dois comerciais brasileiros: “Primeiro Sutiã” (Valisère) e “Hitler” (Folha de S.Paulo).

5 - Bill Bernbach´s Book: a History of the Advertising that Changed the History of Advertising, de Bob Levenson (Villard Books, 1987)
A criatividade de Bill Bernbach mudou a história da publicidade. No livro, uma coleção de clássicos da Volkswagen, Avis, Chivas Regal, Mobil, Porsche etc. São peças que conseguem encantar e surpreender até hoje o mais exigente dos leitores e o mais criterioso dos publicitários.

6 - Inventing Desire, de Karen Stabiner (Simon & Schuster, 1993)
Boa parte da fascinante e turbulenta história da Chiat/Day, agência sensação do mercado americano a partir dos anos 80, responsável pelo sucesso de marcas como Apple, Nike e Energizer. Primeira agência a se preocupar com as relações entre arquitetura e trabalho, tendo até construído sua sede em Venice, Califórnia. Mas também uma agência com muitos conflitos não só internos, como também com os clientes, sendo que alguns desses conflitos foram responsáveis por momentos antológicos na história da publicidade, como a festa oferecida por Jay Chiat no restaurante Spago, em Los Angeles, para comemorar a perda da conta da Apple.

7 - George, Be Careful: A Greek Florist's Kid in the Roughhouse World of Advertising, de George Lois (Saturday Review Press, 1972)
George Lois, filho de um humilde florista grego, emigrou para Nova York e tornou-se um ícone da direção de arte em todo o mundo. São antológicas suas capas para a revista Esquire nos anos 60, que geraram o livro Covering the ‘60s: George Lois — The Esquire Era. George, be careful traz histórias divertidíssimas e extremamente humanas e algumas até arrepiantes, como a do dia em que ele quase jogou um contato da agência do 20º andar de um edifício da Madison Avenue só porque o tal contato não tinha conseguido aprovar um layout.

8 - Against Gravity, Ed McCabe (Grand Central Publishing, a antiga Warner Books, 1991)
McCabe começou na publicidade como office-boy aos 15 anos de idade e acabou se transformando no mais jovem redator a entrar para o Copywriters’ Hall of Fame. Montou uma agência, a Scali, McCabe, Sloves, também muito jovem, ficou muito rico, virou muso inspirador do filme “Arthur, o Milionário Sedutor”, cansou da publicidade, vendeu a agência, trocou de mulher e foi fazer o Rali Paris—Dakar, o mais perigoso do mundo. Nesse livro, ele descreve sua aventura de vida com um texto primoroso, no qual fatos absolutamente verdadeiros são muito mais instigantes do que a melhor das ficções.

9 - Creative Company, de Andy Law (John Wiley & Sons, 1999)
Livro da moda sobre publicidade no ano 2000. Relata a tentativa de um grupo de profissionais de fazer uma agência absolutamente diferenciada: a St. Luke`s. Algumas propostas novas, ou aparentemente novas, de trabalho e casos de sucesso, como a construção da marca Body Shop, fazem parte do livro. Mas o mais interessante, na verdade, é a descrição da estrutura da agência, uma espécie de cooperativa de criação, e a história do seu surgimento.

10 - Saatchi & Saatchi: the Inside Story, de Alison Fendley (Arcade Publishing, 1996)
O livro narra a história dos irmãos Charles e Maurice Saatchi e aborda fatos desde o nascimento da agência: a extrema criatividade, seu crescimento graças às ligações com Margaret Thatcher, a ambição desmedida, o gigantesco sucesso que virou fracasso, a recuperação, o rompimento e a fundação da nova e atual agência dos dois, a M&C Saatchi. Um livro interessante e honesto da competente correspondente de mídia do jornal Evening Standard, de Londres.

11 - Adland: a Global History of Advertising, Mark Tungate (Kogan Page, 2007)
O jornalista inglês Mark Tungate trabalhou anos na pesquisa desse livro. Entrevistou Deus e o mundo em tudo quanto é canto. E chegou a um resumo bastante bom e completo da história da publicidade mundial. O livro foi lançado na Europa e nos Estados Unidos no final de 2007. E merecia uma tradução brasileira — até porque um, aliás, dois dos seus grandes destaques são os capítulos "The Boys from Brazil 1” e “The Boys from Brazil 2”.

Fonte:
Blog do Washington Olivetto
por Daniel Vidal

Nem qualquer forma de contato é uma forma de transmissão do vírus H1N1, não pensem que apenas por um porco preto passar na sua frente você já pode estar infectado, NÃO!

As formas mais comuns de se pegar gripe suína são:

- Ter relações sexuais com um porco
- Namorar ou ter um longo relacionamento com um porco
- Usar a mesma escova de dentes que um porco
- Se um porco espirrar em você
- Ou usar o mesmo lenço que um porco usou para se limpar
- Dividir marmita com um porco
- Dividir a mesma toalha de banho com um porco
- Pegar roupas emprestadas de um porco
- Fazer as unhas na mesma manícure de algum porco
- Dividir agulhas de heroína com um porco
- Fumar crack no mesmo cachimbo que um porco
- Beber no mesmo copo que um porco
- Dormir bêbado e acordar ao lado de um porco

Então, fiquem tranquilos, se lambuzar com um lombinho de porco ou partilhar horas de lazer com um suíno não fazem de você um possível contaminado, tanto que pode até levar seu porco de estimação para passear na praia sem perigo algum…


Se bobiar ele pode até pegar algumas ondas.

PERIGOS DA COMUNICAÇÃO

Como uma interpretação errada de duas iniciais pode gerar uma conclusão também errada

por Daniel Vidal


Há algum tem atrás recebi esse texto por email. Acho que para qualquer pessoa, o mais importante é a comunicação plena, ou seja, se fazer entendido.

Enfim . . . então tomem cuidado ao se comunicar.



Certa ocasião, uma família inglesa viajou à Alemanha à procura de um local para passar as férias de verão. No decurso de alguns passeios de verificação naquele país, os membros da família observaram uma pequena casa de campo que lhes pareceu adequada. Indagaram sobre o proprietário e souberam tratar-se de um Pastor Protestante, religião predominante na Alemanha, ao qual pediram licença para conhecer o imóvel. A casa agradou muito a todos, não só pela comodidade, mas também pelo ponto de sua localização. Os visitantes fizeram um acordo com o proprietário para formalizar o aluguel.

De volta à Inglaterra, discutiram sobre a planta da casa, quando uma senhora lembrou-se não ter localizado o W.C.. Endereçaram, então, ao proprietário uma carta nos seguintes termos:

“Gentil Pastor:
Como membro da família que há poucos dias o visitou a fim de alugar a sua propriedade, com a finalidade de usá-la no verão, gostaríamos que nos informasse sobre um detalhe que nos passou despercebido, mas que reputamos de fundamental importância. Muito agradeceríamos se nos informasse onde se encontra o W.C.”

O Pastor não conhecia o significado da abreviatura W.C., mas julgando tratar-se da Capela da seita inglesa denominada "White Chapel", respondeu com o seguinte conteúdo:

"Prezado Senhor
Recebi sua carta e tenho o prazer de informar o local a que se refere. Fica a 12 km da casa e isto é muito cômodo, sobretudo quando se tem o hábito de ir freqüentemente lá. Em tal caso, é preferível levar o que comer para lá ficar o dia todo. Alguns vão de bicicleta e outros vão a pé, visto não haver meios de transporte adequados. Há lugar para 400 pessoas sentadas e 100 em pé. Há instalação de ar condicionado para evitar os inconvenientes da aglomeração. As crianças sentam-se ao lado dos adultos e todos cantam em coro. À entrada, é fornecida uma folha de papel a cada pessoa, e se alguém chega depois da distribuição, pode usar a folha do parceiro ao lado. Existem amplificadores de som. Tudo que se recolhe durante o ato é para distribuição às crianças pobres da região. Fotógrafos especiais tiram fotografias para jornais da cidade, de modo que todos possam ver as pessoas no cumprimento de um dever tão humano.
O Pastor ".

Viagem ao redor do mundo

Uma brasileira realizou o que é o sonho de muita gente


por Daniel Vidal


Uma das baladas que Luiza foi em Ibiza, na Espanha

Imagine: ganhar uma viagem pelo mundo, cujo principal objetivo é conhecer as melhores baladas. Esse sonho foi realizado por 10 pessoas, uma de cada lugar no mundo, incluindo uma brasileira, Luiza Sobral, de 24 anos.

Durante 1 ano ela viajou por diversos lugares: Cidade do Cabo e em Joanesburgo (na África do Sul), Sydney e Melbourbe (na Austrália), Xangai, Chengdu, Beijing (na China), Salvador e Morro de São Paulo (no Brasil), Mumbai, Goa, Nova Déli e Agra (na Índia), Bancoc, Koh Samui, Koh Phangan e Koh Phi Phi (na Tailândia), Tóquio (no Japão), Glasgow e Edimburgo (na Escócia), Berlim (na Alemanha), Praga (na República Tcheca), Londres (na Inglaterra), Dublin (na Irlanda), Amsterdam (na Holanda), Gdansk, Varsóvia e Cracóvia (na Polônia), Paris (na França), Barcelona e Ibiza (na Espanha), Montreal e Toronto (no Canadá), Nova York e Miami (nos Estados Unidos).

Clique aqui e veja fotos da experiência de Luiza.

Divirtam-se!

Por Daniel Vidal

Estávamos há muito tempo pensando em criarmos um blog. E por que nunca criamos? Por preguiça? Falta de vontade? Acho que, na verdade, falta um pouco de iniciativa por parte das pessoas. E não estou falando mal dos meus amigos, estou falando mal é do mundo! A faculdade, o trabalho, os amigos; sempre são um micro-cosmo da realidade social e, a meu ver, falta iniciativa no mundo por parte do mundo inteiro.

Vocês podem achar que estou falando isso por não ver essa falta de iniciativa em mim, mas não é assim. Não fujo à regra. Como todo mundo, me acomodo. Mas decidi mudar, não quero ser mais um, e tenho certeza que meus amigos e colaboradores desse novo blog, de jornalismo-entretenimento que está nascendo, vão me acompanhar.

Daqui sairão Bonners, Fátimas, Jabours, Biais, enfim...

Enjoy it!






design: derek corrêa